Arquivo de Fevereiro, 2009

Mostralíngua, Maputo 2009

Posted in Uncategorized on Fevereiro 25, 2009 by Komba Kanema

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Mostralíngua
Extensão – Maputo
Cineclube Komba Kanema – Cinema Scala
de 06 a 10 de Março

PROGRAMA 1 -61’

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Baby Love, de Miguel Estima, ficção experimental, 2’, Portugal
Um jovem padre debate-se com um sonho erótico. No entanto, ao despertar, depara-se com uma realidade incómoda.

Pago para Ver, de Luís Manuel Almeida, ficção, 7’, Portugal
Um cego. Um miradouro. Uma moeda.

Falar Dói, de Júlia Teles, ficção experimental, 11’, Brasil
O filme apresenta a reunião dos que falam pouco anónimos. Alguns membros são entrevistados.

Engano, de Cavi Borges, Ficção, 11’, Brasil
Engano tenta mostrar em 12 minutos a relação do imigrante com a metrópole Rio de Janeiro.Com ênfase para a expressão da técnica cinematográfica, as acções simultâneas também aproximam o espectador do modo que os próprios personagens encaram a metrópole.

Um Ramo, de Juliana Rojas e Marco Dutra, Ficção, 15’, Brasil
Clarisse encontra um ramo em seu braço. Essa invasão alastra-se pelo seu corpo e a personagem terá que lidar com o desconhecido e consigo mesma, através do olhar do outro…

Alguma coisa assim, de Esmir Filho, Fic., 15´, Brasil
Caio e Mari são dois adolescentes. À noite, eles saem para se divertir nas ruas de São Paulo e acabam confrontando-se com dúvidas e sentimentos escondidos. Vencedor do melhor roteiro para curtas – Cannes 2006.

PROGRAMA CURTAS MOZ – 55’
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A Bola, de Orlando Mesquita, Doc., 8´, Moçambique
Numa pequena aldeia de Moçambique, os miúdos são os grandes consumidores de preservativos. Com dois preservativos, uns sacos de plástico e uns cordões fazem uma bola de futebol para mais um grande jogo da tarde.

I Love You, de Rogério Manjate, Doc., 3´, Moçambique
Um filme sem diálogos, sobre o HIV.
Saltando à Corda, de Chico Carneiro, Doc., 5´30”, Moçambique
Em Moçambique, uma das brincadeiras das crianças é saltar à corda…

As minhas calças favoritas, de Ivan Khan, Experimental, 1´, Moçambique
Uma experiência com frames, resultante do workshop OneMinuteFilms, realizado em Maputo, em 2007.

Marabentando em Gaza, filme colec. dirigido por Karen Boswall, Fic., 12´, Moçambique
Um roadmovie que mostra a viagem de António Marcos e a sua banda, pela província de Gaza.

O Olhar das Estrelas, de João Ribeiro, Fic., 25´, Moçambique
“As estrelas são os olhos das pessoas que morreram de amor…”, diz Salomão.

PROGRAMA 2 – 95’
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Rockumentário, de Sandra Castiço, doc., 40’, Portugal
Kaló, Filipe, Calhau e André personificam o rock’n’roll que define os Bunnyranch, uma banda surgida do contexto que caracteriza Coimbra.
O seu som incaracterístico e explosivo aliado à sua postura em palco são uma das marcas da banda. Algo vai acontecer que mudará a banda para sempre.

Os Filhos do Tédio, de Rodrigo Fernandes e Rita Alcaire, doc., 55’, Portugal
Esta é a história de uma das exportações mais famosas de Coimbra, os Tédio Boys. Mostraram uma forma de estar na vida partilhada por um grupo de indivíduos: noite, exageros, divertimento, criatividade, música e mudaram a paisagem da cidade. Mais, foram os primeiros a exigir o seu lugar numa cidade dominada pela Universidade e por adultos. A realidade nesse período de transição focando-se nos seus momentos chave.

PROGRAMA 3

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Sessão na presença do realizador António Ferreira.

Gel Fatal, de António Ferreira, Fic., 7’50’’, Portugal
A primeira curta-metragem realizada por António Ferreira, adaptação de uma história de Pedro Fontes, com participação de Adolfo Luxúria Canibal (vocalista dos Mão Morta).

Deus não Quis, de António Ferreira Ficção, 15’, Portugal
Baseado na dramatização dos versos da canção popular LAURINDINHA. É a historia de um rapaz novo, que parte para a Guerra; do seu regresso e do desencontro com o amor da sua vida – LAURINDA.

Respirar (debaixo d’água), de António Ferreira, 45’, Ficção, Portugal
Pedro vive na periferia, onde trabalha na oficina do seu pai. Diariamente desloca-se ao centro da cidade onde estuda e encontra o seu grupo de amigos que por alturas do verão, desce até ao rio e aí passam as tardes. Tudo parece correr bem neste grupo, até que Pedro e o amigo começam a disputar a mesma rapariga. De tanto lhe empurrarem a cabeça para baixo, aprendeu a respirar debaixo de água.

Debate com o realizador sobre a aprendizagem do cinema na academia e na prática de produção. Realidades portuguesa e moçambicana.

PROGRAMA 4

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Sessão de longa metragem com a presença do realizador.

Esquece tudo que te disse, de António Ferreira, 108’, Ficção, Portugal
É a história da trágica comédia das nossas vidas: amor, conflito, separação e reencontro. Pessoas que amam, odeiam, que se separam e que se reencontram. Seis personagens, Seis histórias, um filme.

PROGRAMA 5

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Operário em construção, de Eduardo Nascimento e Pedro Canotilho, Exp., 15´, Portugal

Ímpar Par, de Esmir Filho, 17´, Brasil
Em meio a pés que vão e vem, cores e cordas de violino, o sapateiro de um pequeno vilarejo procura o par perfeito, numa fábula de amor.

Espalhadas pelo ar, de Vera Egito, Ficção, 15´, Brasil
Nas escadas de serviço de um prédio residencial, meninas fumam escondido dos pais. Tiram suas roupas, para evitar que o cheiro de fumaça as denuncie. Cora tem 30 anos. Ela mora no mesmo prédio que as meninas e está presa num casamento infeliz…

Azeitona, de Ana Almeida, Humberto Rocha, João Gazua e Luís Campos, Ficção, 35´, Portugal
Olívia é caloira de cinema. Recém-chegada a uma nova realidade, envolve-se com um estranho. O cinema de Manoel de Oliveira é o exercício para avaliação final. Dividida entre as alucinadas visões dos fregueses da tasca do Sr. Manuel e as intelectuais opiniões dos seus colegas em busca do argumento perfeito, Olívia envolve-se com o professor, recebe a inesperada visita da mãe e tem um filme para fazer.

PROGRAMA 6

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Sessão na presença do realizador Joselito Crispim.

Ilha do Rato, de Bernard Attlal e Joselito Crispim, 3´, Brasil
Um menino vendedor de sonhos e os sonhos de um menino…

29 Polegadas, de Bernard Attlal e Joselito Crispim, 22´, Brasil
Um triângulo amoroso entre uma mulher, o seu vizinho, e a televisão de 29 polegadas.

Sim, não mal conduto, de Bernard Attlal e Joselito Crispim, 23´, Brasil
A história de um jovem em tribunal.

Debate com o realizador sobre o projecto TVLATA e a utilização da internet como meio de divulgação de filmes.

PROGRAMA 7

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Tapa na Pantera, de Esmir Filho, 3´, Brasil
O filme conta a história de uma senhora utilizadora de maconha há trinta anos e que fala sobre suas experiências com a droga.

Saliva, de Esmir Filho, 15´, Brasil
Uma viagem na mente de uma menina de 12 anos prestes a dar seu primeiro beijo. Dúvidas e medos mergulhados em saliva.
Corações de plástico, de Sérgio Brás d´Almeida, Ficção, 17’, Portugal
Três casais conduzem o carro, saíram dos seus empregos no centro e dirigem-se para a periferia, rumo às suas habitações. Conversam sobre o seu dia, discutem trivialidades. Progressivamente vão-se apercebendo que levam uma vida rotineira que os prende e sufoca. A dado momento apercebem-se que estão presos dentro dos seus automóveis, sem conseguir sair. Uma parábola sobre a vida urbana.

Acesso Reservado, de Pedro Lemos e Gustavo Ribeiro, Doc., 25´, Portugal
A equipa de documentaristas procurou capturar alguns trabalhadores e verificar se as suas funções influenciam o modo de encarar a vida.
Foi filmado precisamente nos bastidores de um Centro Comercial, viajando pelo espaço reservado, capturando momentos das personagens em trabalho e depoimentos.

Identidades em Trânsito, de Mércio Câmara e Danielle Ellery, Doc., 20´, Brasil
Identidades em Trânsito trata das experiências de estudantes de Guiné-Bissau e Cabo Verde formados no Brasil. O filme aborda a saída, a chegada, adaptação no Brasil, e o retorno desses estudantes aos seus países de origem.

PROGRAMA 8

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É dreda ser Angolano, de Rádio Fazuma (col.), Doc., 65´, Angola/Portugal
Heueh! Tudo começou com o disco “Ngonguenhação” do Conjunto Ngonguenha. Recebemos um cd no correio vindo da Matarroa. Escutámos e começámos a ver Luanda, a abanar as ancas com os bitis, a mandar gargalhada e, de vez em quando, levando aquele murro no estômago. Sentimos que era dos melhores discos que já tínhamos ouvido e que era um documento que retractava Angola. “Vamos ilustrá-lo com um vídeo…” Pedimos uma câmera emprestada ao César e o Luaty foi a Luanda filmar tudo o que conseguisse em 12 cassetes que comprámos em promoção. Filma aqui, filma ali. De repente tínhamos tanto material que pensámos em arriscar um mambo tipo documentário…

PROGRAMA ESCOLAS
ESCOLA PORTUGUESA DE MOÇAMBIQUE . 15.30H . DIAS 09 E 10
ESEG . 10.00H . DIAS 09 E 10
A POLITÉCNICA . 18.00H . DIAS 09 E 10
INSTITUTO SUPERIOR DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM DE MOÇAMBIQUE . 15.OOH . DIAS 09 E 10

Programa Curtas Moz + Saliva, Deus não Quis e Ilha do Rato.
Programa 8